O valor da fotografia

Você lembra da sua primeira foto? A primeira imagem que sua mãe fez de você? Seu primeiro auto-retrato? No nível tecnológico que o mundo se encontra, as pessoas guardam milhares de fotografias, algumas as guardam com carinho, outras as compartilham na rede, há também aquelas pessoas que as imprimem para colocar numa parede como também muitas fotos são perdidas e jamais serão revistas. Estima-se que até agora a humanidade produziu 3.5 trilhões de fotos, destas, 375 milhões em 2011. 

O vídeo acima é a reação de uma sociedade que quase não foi tocada pela tecnologia, com crianças e jovens da Mongólia que tem a oportunidade de ver suas primeiras fotografias, auto-retratos e imagens do local onde vivem. As reações são diversas e é interessante percebermos o valor e a magia da fotografia.

Preço, prazo, qualidade. Escolha 2


Esse aí deve pintar rápido o fundo infinito do estúdio, mas também o piso, parede, teto…

O que pode parecer óbvio, às vezes pode não ser. É comum um cliente pedir um produto que seja de qualidade, barato e rápido? Muitas vezes é. Como, então, deve ser a estratégia do fotógrafo no momento de negociar?

Um pintor recebe um trabalho. Ele pode pintar com cuidado, com jornal pelo chão, cuidando as portas, finalizando com excelente acabamento. Pode fazer rápido também. Vamos convir, um trabalho assim deve custar caro, ser valorizado. Ou ele pode fazer com mais tempo, mas cobrar mais barato.

Preço, prazo e qualidade podem ser variáveis de um trabalho fotográfico também. Na escolha de dois desses requisitos, o outro fica em segundo plano. Preço baixo e prazo curto, a interferência é na qualidade. Parece prático, mas nem todos contam com isso. Então, é bom imaginar como passar a ideia da melhor maneira possível. Alguns fotógrafos preferem manter uma dessas variáveis fixas; por exemplo: sempre manter a qualidade. Aí o cliente opta por um prazo maior e um preço menor, ou o inverso. Outros fotógrafos optam por deixar o cliente a vontade. Vale pensar e decidir o melhor para cada trabalho.

É o triângulo preço-prazo-qualidade. Você mexe num, altera noutro.

Áreas da fotografia


As pessoas gostam de classificar e segmentar coisas, e não é diferente na fotografia. Muita gente ainda acredita na classificação da fotografia, dividindo entre publicitária/comercial, jornalística/informativa e pessoal. Como classificar, então, aquela foto pessoal da Amy Winehouse, cedida pela família, que circulou nos principais sites de notícia e televisão? E aquela foto publicitária que está na parede da casa da celebridade?

Atualmente a fotografia, como outras áreas, não possui mais segmentos bem classificados. Podemos ter uma foto comercial-informativa, uma pessoal-informativa, etc. Esta combinação de técnicas, linguagens, conceitos e usos da fotografia é bem vinda pois hoje em dia criatividade e inovação é muito mais relacionada em fazer novas combinações de coisas já existentes do que tentar criar algo inédito, não somente na fotografia mas também na música, arte, tecnologia, serviços, etc.

Onde você se encontra no gráfico acima?

Limitações ou oportunidades?

Jantar coreano em NYC

Como deu para perceber nos post anteriores, casei. E para a lua de mel escolhemos a cidade de Nova Iorque e Los Angeles para passear e visitar os familiares que não puderam vir para o casamento.

Para a viagem decidí levar somente uma dSLR com a menor lente que tinha (50mm), dentro de uma Zing, pois queria fotografar despretensiosamente e não queria carregar peso (ficou assim).

De certa forma essa escolha foi um limitador, pois em viagens prefiro lentes grande angulares, mas também foi uma boa oportunidade para sair da “zona de conforto” e experimentar coisas novas.

Normalmente tentaria contar a história de uma situação em um frame, mas desta vez tentei contar com três frames. Não sei se é a minha relação com as situações e retratados, mas eu gostei do resultado:

E você, o que você achou?

Revista Noivas Rio de Janeiro

Saiu uma nota na revista Noivas Rio de Janeiro sobre a minha percepção e experiência do Instagram no meu casamento. Pelo visto o post que fiz sobre o Instagram e a foto no altar renderam repercussão.

Máquina de Rube Goldberg na fotografia

Toda máquina de Rube Goldberg fascina quando está em funcionamento, ainda mais como a do vídeo acima por ser tão comprida, envolver muitos (e caros) equipamentos de fotografia e ainda fotografar duas (ou três?) pessoas.

E abaixo o vídeo de como surgiu a ideia e como foi feita.

Pode parecer falta de tempo para alguns, mas que é sensacional é.

Instagram


O casamento, do meu ponto de vista.

Não há mais dúvidas que o Instagram é um sucesso. Para quem não conhece, o Instagram é um aplicativo para iPhone que aplica efeitos às fotografias feitas com o celular e as compartilha numa rede social com mais de 4.25 milhões de usuários. O aplicativo é tão popular que dizem que o Instagram é a nova Polaroid e já fizeram uma exposição coletiva em São Paulo. Se quiser saber mais sobre o Instagram é só clicar aqui.

Porém só percebí isso no meu casamento, pois antes mesmo do fotógrafo oficial ter chego em casa, já estava admirando as fotos do ponto de vista dos convidados. O Instagram não é somente a nova Polaroid como também a nova câmera descartável dos casamentos.